Meu primeiro beijo foi aos meus 11 anos de idade com um rapaz de 16 anos lembro dele ser alto, magro, olhos cor de mel, ele fazia o Secundario isso para as meninas da minha idade era demais pelo fato de esta com um rapaz mais velho. Foi estranho o beijo fiquei envergonhada e não sabia o falar. Minha família não gostou muito porque era novinha e minha tia não estava aceitando ao fato de namorar, mas não durou muito tempo depois conheci um rapaz que fazia artes marciais onde eu fazia reforço escolar. Nossa, como era apaixona por ele lembro-me de ficar nervosa e com as mão a tremer cheguei a não ir a aula de reforço com ele para um lugar distante pra ninguém ver, foi estranho mas depois sentia-me a flutuar e o coração batia a mil, depois saiamos outras vezes, mas teve um dia que ele tentou me agarrou de uma forma e colocou sua mão debaixo da minha blusa, fiquei com raiva dele e dei um tapa sai correndo com medo, daí em diante ele não quis mais saber de mim, sofri horrores por ele, depois não fiquei sabendo mais nada dele. O tempo passou estava vindo da casa da minha tia ele apareceu, levei aquele susto ele fez de conta que não me viu atravessou a rua e nem se quer me olhou, pensei em correr e ir atras dele mas não tive coragem foi embora e nunca mais o vi. Com o passar dos anos tive outros namoradinhos passageiros embora tivesse medo de chegar perto de rapazes para mim eles iriam tentar fazer o que ele tentou comigo, mas com o passar dos anos fui vendo que não era assim. Só fui ter algo mais serio com alguém aos 21 anos esse foi meu grande amor, namoramos 7 anos. O nome dele era Cristiano tinha 19 anos era mais novo do que eu, mas pra mim não era problema, gostava do sotaque dele por ser de interior, tinha um jeito diferente. Aquele cabelo com gel, moreno, lábios carnudos, vestias se muito bem e era muito cheiroso e muito cheiroso. Nossa, dançava como ninguém. Amava todas essas coisas nele, ele era de família simples e honesta, gostei muito da família dele sua mãe é um amor, até hoje temos contato. Ele sempre quis crescer na vida e eu tentei ajuda-lo sempre na época em que começamos a namorar ele trabalhava para seu primo, tentei ajuda lo a crescer na vida, pois tinha objetivo de casar com ele. Com passar dos anos ele conseguiu trabalha para si e estava crescendo na vida, porém não queria estudar havia apenas terminado o Secundário não quis fazer faculdade.
Edna
Bem, este é talvez dos temas que mais engraçado eu poderei falar. Em criança, sendo eu mais fã de estar no meio dos rapazes a jogar futebol, na hora dos namoricos isso fazia-me muita confusão. Eu tinha muita vergonha de falar com os rapazes, aqueles que me interessavam na minha cabeça olhavam para mim como “sendo um deles”, porque eu sempre fui muito diferente de todas as raparigas. Odiava tudo o que fosse saias, vestidos, sapatos, pintar as unhas, arranjar o cabelo… enfim, tudo o que a sociedade idealizava que as meninas da minha idade deveriam ser. Mas eu não era assim, não era e nunca fui. Por vezes, sentia-me de parte das minhas amigas, porque elas estavam sempre a falar que gostavam deste ou andavam com aquele e eu podia ter algum fraquito por algum rapaz mas nunca me atreveria a dizer-lhe pois para além de ter muita vergonha, eu sempre achei que eles iam gozar comigo e que nunca iam gostar de mim.
Eu olhava para a minha irmã, que sempre tinha rapazes atrás dela, ela que sempre deu muito nas vistas, sempre a usar os melhores sapatos e as melhores roupas. Eu olhava para ela, olhava… E não me identificava com nada daquilo. Em casa ela queria sempre fazer me penteados e como ela dizia “pôr-te mais menina”. Mas eu não queria. Eu não deixava. Não deixava porque entendia que não tinha que mudar aquilo que era por alguém, ou porque simplesmente as pessoas assim o achavam. Até a minha adolescência propriamente dita, nunca tive grande envolvimento “amoroso” com rapazes, tirando aqueles namoros de infantário em que só andávamos de mão dada e só dávamos beijinhos na cara.
Na verdade eu não tinha pressa, até que conheci o meu primeiro namorado, a quem dei o meu “primeiro beijo”, na altura tinha 14 anos. Ele chamava-se Hugo, era um rapaz muito bonito, loiro de olhos verdes. Eu era encantada por ele, não posso dizer que o amava, nem sequer sabia o que isso era com 14 anos, mas eu adorava que as pessoas me vissem com ele e que afinal aquela miúda que só jogava futebol também podia arranjar um rapaz bonito.
Aquele namoro não foi muito sério mas durou 1 ano, eu era mesmo muito inocente, achava que ia ficar com ele a minha vida toda. Coisas típicas da idade. Mas pronto, como toda a gente, o meu primeiro “amor”, foi também o meu primeiro grande desgosto amoroso e quando terminou, que até já nem me lembro bem porquê, eu fiquei devastada e achava que a minha vida ia acabar ali e que nunca mais ia encontrar um rapaz igual.
Entretanto fui crescendo e cada vez com mais medo de ter outra paixoneta pois não queria me magoar e me desiludir como da primeira vez. Cerca de 2 anos mais tarde, devia ter eu 16 quase 17 anos quando comecei a namorar com outro rapaz. Mas esse, sem comentários. Foi coisa de poucos meses, mais uma tentativa falhada de namorar.
Até que fiz 18 anos e a minha prioridade era e sempre foi os estudos e os meus objetivos, na altura estava a tirar a carta de condução, um curso de inglês, a estagiar, a acabar o 12º e ainda tinha que ter tempo para o futebol. Com tanta coisa em que pensar, eu não tinha tempo para me preocupar com namorados, e sinceramente estava mais numa de “deixa acontecer”. Até que aconteceu mesmo. No Verão de 2012, quando já tinha acabo aquela algazarra todo do meu 12º ano, já tinha acabado a escola, prestes a entrar na faculdade, agora sim podia aproveitar a vida. A verdade é que não andava à procura e quando menos esperas a tua vida muda. Encontrei o rapaz, o meu rapaz. Aquele que me mostrou o que é amar alguém e teres esse sentimento em troca. O que é estar numa relação a 100%. Hoje com 21 anos, estamos juntos há 3. 3 anos com muitos altos e baixos mas que foram os melhores da minha vida. Ele é o meu melhor amigo, somos muito diferentes mas completamo-nos mutuamente. As coisas já estiveram muito más mas conseguimos ultrapassar tudo, juntos. Amor é isto. Confiança, partilha, entrega e dedicação. Nos bons mas principalmente nos maus momentos. Há poucos meses atrás ele veio morar comigo e eu confesso, tive medo, muito medo que as coisas não corressem bem, porque partilharmos o mesmo teto era bem diferente mas felizmente correu tudo bem e a nossa relação ainda se tornou mais forte. Fazemos tudo juntos, partilhamos tudo, somos 1 só. Que seja assim por muito tempo.
Vera
É interessante recuar no tempo e voltar a lembrar-me da altura em que tive o meu primeiro namorado e que dei o meu primeiro beijo. Pensar na minha maneira de pensar e agir tão novinha faz-me pensar “no que é que tinha na cabeça”.
O meu primeiro namorado, se é que posso chamar assim, tive quando eu tinha 13 anos. Foi algo bastante estranho que ainda hoje custa-me a perceber como é que tudo aconteceu. Sei que eu na altura era do 7ºA e ele era do 7ºC. As nossas turmas estavam juntas em todos os intervalos. Eu conhecia-o mais ou menos, assim como ele a mim. Certo dia, ele meteu conversa comigo no Messenger (era o que se usava na altura). Começamos a falar, nem sei bem de quê, até que rapidamente, provavelmente na mesma semana em que começamos a falar, ele pediu-me em namoro pela internet. Lembro-me perfeitamente que foi num fim de semana que ele fez o pedido. Entretanto, na segunda-feira seguinte, toda a gente da turma dele e da minha turma já sabia que nós estávamos a namorar. Antes de chegar a hora do intervalo já andavam todas as minhas amigas a perguntar como é que eu lhe ia dar o beijo. A verdade é que nem eu sabia como. Nem tão pouco tinha grande confiança com ele, nem sabia se eu ia ter com ele ou ele comigo… Chegou a hora do intervalo e eu estava super nervosa. Lá cheguei às bancadas, que era o nosso ponto de encontro, e estava lá toda a gente para nos ver. Foi um momento bastante embaraçoso. Eu estava desorientada pois não sabia o que haveria de fazer. Entretanto o rapaz simplificou-me as coisas e veio ele ter comigo, dizendo apenas “bom dia” e dando-me um beijo na boca.
Evidentemente que foi um beijo simples, uma vez que eramos novinhos e tínhamos toda a gente a olhar para nós. Foi um momento marcante e lembro-me de tudo como se fosse hoje.
Vera
É interessante recuar no tempo e voltar a lembrar-me da altura em que tive o meu primeiro namorado e que dei o meu primeiro beijo. Pensar na minha maneira de pensar e agir tão novinha faz-me pensar “no que é que tinha na cabeça”.
O meu primeiro namorado, se é que posso chamar assim, tive quando eu tinha 13 anos. Foi algo bastante estranho que ainda hoje custa-me a perceber como é que tudo aconteceu. Sei que eu na altura era do 7ºA e ele era do 7ºC. As nossas turmas estavam juntas em todos os intervalos. Eu conhecia-o mais ou menos, assim como ele a mim. Certo dia, ele meteu conversa comigo no Messenger (era o que se usava na altura). Começamos a falar, nem sei bem de quê, até que rapidamente, provavelmente na mesma semana em que começamos a falar, ele pediu-me em namoro pela internet. Lembro-me perfeitamente que foi num fim de semana que ele fez o pedido. Entretanto, na segunda-feira seguinte, toda a gente da turma dele e da minha turma já sabia que nós estávamos a namorar. Antes de chegar a hora do intervalo já andavam todas as minhas amigas a perguntar como é que eu lhe ia dar o beijo. A verdade é que nem eu sabia como. Nem tão pouco tinha grande confiança com ele, nem sabia se eu ia ter com ele ou ele comigo… Chegou a hora do intervalo e eu estava super nervosa. Lá cheguei às bancadas, que era o nosso ponto de encontro, e estava lá toda a gente para nos ver. Foi um momento bastante embaraçoso. Eu estava desorientada pois não sabia o que haveria de fazer. Entretanto o rapaz simplificou-me as coisas e veio ele ter comigo, dizendo apenas “bom dia” e dando-me um beijo na boca.
Evidentemente que foi um beijo simples, uma vez que eramos novinhos e tínhamos toda a gente a olhar para nós. Foi um momento marcante e lembro-me de tudo como se fosse hoje.
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